Craque Imortal – Kubala

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Nascimento: 10 de Junho de 1927, em Budapeste, Hungria. Faleceu em 17 de Maio de 2002, em Barcelona, Espanha.

Posições: Meia e Atacante.

Clubes: Ganz-HUN (1944), Ferencvaros-HUN (1945-1946), Slovan Bratislava-TCH (1946-1948), Vasas-HUN (1948-1949), Barcelona-ESP (1951-1961), Espanyol-ESP (1963-1965), Zürich-SUI (1966-1967) e Toronto Falcons-CAN (1967).

Principais títulos por clube: 4 Campeonatos Espanhóis (1951-1952, 1952-1953, 1958-1959 e 1959-1960), 5 Copas do Rei (1950-1951, 1951-1952, 1952-1953, 1956-1957 e 1958-1959), 2 Copas das Cidades com Feiras – precursora da Copa da UEFA, atual Liga Europa – (1955-1958 e 1958-1960), 1 Copa Latina (1952) e 2 Copas Eva Duarte (1952 e 1953) pelo Barcelona.

 

Principais títulos individuais:

Eleito o 43º Melhor Jogador do Século XX pela revista Placar: 1999

Eleito um dos 100 Melhores Jogadores do Século XX pela revista World Soccer: 1999

Eleito o 37º Melhor Jogador do Século XX pelo Guerín Sportivo: 1999

Eleito o 32º Melhor Jogador do Século XX pela IFFHS

Eleito o 24º Melhor Jogador Europeu do Século XX pela IFFHS

Eleito um dos 1000 Maiores Esportistas do Século XX pelo jornal The Sunday Times

 

 

“O lendário cigano da bola”

Ele nasceu predestinado a jamais ficar restrito a um só lugar ou a um só país, mas para ser cidadão do mundo e de diferentes nações. Na Hungria, ele cresceu. Na Tchecoslováquia, ele recomeçou. Na Itália, ele quase morreu. E na Espanha, ele se imortalizou como um dos mais fantásticos jogadores de todos os tempos, capaz de fazer um clube como o FC Barcelona construir um novo estádio (o Camp Nou) só para comportar mais fãs enlouquecidos e adeptos da “Kubalamania”. László Kubala Stecz, também conhecido como Ladislao Kubala, marcou seu nome na história com reviravoltas impressionantes, talento abundante e muitos gols e títulos. Ele é até hoje o único jogador profissional a ter vestido a camisa de três seleções diferentes e teve a honra de ser escolhido, em 1999, o maior ídolo da história do Barcelona exatamente pelos torcedores blaugranas, superando vários outros nomes como Suárez, Cruyff, Maradona, Koeman, Guardiola, Romário, Rivaldo e Ronaldo. Hoje, com um certo Messi, talvez essa votação teria outro resultado, mas o que o cigano Kubala fez pelo Barça foi algo sem precedentes. Foram 14 títulos em uma década na qual o público se maravilhou por aquele craque que sabia proteger a bola como poucos e exibia força estupenda, precisos chutes de perna direita e faro para marcar gols de todas as maneiras. Seu talento era tão grande que uma única nação não poderia, mesmo, ser a dona daquele atleta que superou a Cortina de Ferro e até a FIFA para jogar futebol. É hora de relembrar.

 

Raízes plurais

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O sangue de Kubala sempre teve a pluralidade como característica principal e que serviu como combustível para suas tantas mudanças de vida e no futebol. As origens do jogador remetiam à Tchecoslováquia, Polônia e Hungria (por parte de mãe), e apenas Hungria (por parte de pai). Cosmopolita, Kubala nasceu e cresceu na cidade de Budapeste e por lá conviveu desde pequeno com o futebol e o hostil ambiente da II Guerra Mundial. No Ganz, time fabril da terceira divisão húngara, ele deu os primeiros chutes até chamar a atenção do Ferencvaros, para onde foi em 1945 e onde conheceu outro futuro craque: Sándor Kocsis. A dupla, no entanto, jogou junta por pouco tempo. Em 1946, Kubala sofreu um duplo baque ao tomar conhecimento da morte do pai e receber a convocação para o serviço militar. Diante da situação angustiante, o jovem decidiu tomar uma atitude radical: sair do país e mudar-se para a Tchecoslováquia, terra da mãe, onde recomeçaria sua carreira futebolística no Slovan Bratislava. Em terras tchecas, Kubala deixou de jogar na ponta para ser centroavante e encantou a todos com seu prolífico faro artilheiro, além de encantar Anna Viola Daucik (com a qual se casou), irmã do treinador Ferdinand Daucik, que seria um importante aliado de Kubala em sua carreira. Por lá, o jogador recebeu seis convocações para a seleção da Tchecoslováquia e marcou quatro gols.

Em 1948, Kubala voltou até a Hungria mais uma vez para fugir do serviço militar e disputou algumas partidas pelo Vasas, que abriu caminho para ele ser convocado três vezes pela Hungria. No final daquela década, o país virou definitivamente comunista e Kubala preferiu não continuar para ver os próximos capítulos daquilo tudo. Com sua aura cosmopolita a pleno vapor, ele se mandou à surdina e clandestinamente para a Itália, mais precisamente para Busto Arsizio, comuna da Lombardia, no norte da Bota. Por lá, o jogador encontrou as portas abertas para treinar e recomeçar outra vez sua carreira no Pro Patria, clube onde ele venceu uma aposta com o presidente do clube, que duvidou que ele fizesse 400 embaixadinhas sem deixar a bola cair. Kubala não só fez os malabarismos como ganhou o objeto da aposta: o relógio do presidente. Encantado, o mandatário do Pro Patria não teve tempo sequer de prender sua estrela na Lombardia.

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A notícia de que um craque húngaro havia aterrissado na Itália despertou o interesse de vários clubes, incluindo o maior time do país (e talvez do mundo) na época: o Torino, tetracampeão consecutivo do Campeonato Italiano e encaminhando sua quinta taça seguida naquele ano de 1949 (timaço já relembrado aqui

no blog). Para iniciar um contato e possível contrato, o clube grená convidou Kubala para participar de um amistoso contra o Benfica, em Portugal. No entanto, o craque recusou o convite para se encontrar com sua esposa e seu filho, que estava doente. A santa opção de colocar a família em primeiro lugar selou o destino do húngaro. O avião que trazia o Torino de volta daquele amistoso se chocou com a basílica de Superga, em Turim, no dia 04 de maio de 1949 e matou todos a bordo. Kubala seria um deles. Mas, felizmente, ele continuou sua jornada.

 

Contra tudo e todos

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A fuga de Kubala para a Itália chegou aos ouvidos da FIFA por intermédio da Federação Húngara de Futebol, o que ocasionou a suspensão do craque pela entidade máxima do futebol de partidas oficiais por tempo indeterminado. Além disso, países da Cortina de Ferro trataram o jogador como traidor e queriam punições ainda mais severas, como o banimento para sempre do atleta do esporte. Revoltado com aquela situação (que o impediu de jogar pelo Pro Patria e qualquer outro clube), Kubala organizou, junto com alguns companheiros refugiados, o Hungária, time que faria excursões pela Europa expondo a opinião dos atletas contra o regime e a liberdade de escolha – além de ser uma fonte de renda para Kubala, que vivia exclusivamente do esporte para sobreviver.

Ao lado de seu cunhado, Ferdinand Daucik, Kubala e seus companheiros fizeram grandes partidas, com destaque para os três jogos disputados na Espanha contra Real Madrid, Espanyol e Seleção Espanhola. Contra o Real, Kubala despertou a atenção de Santiago Bernabéu, mítico presidente merengue à época. Quando fez uma proposta para o húngaro, Bernabéu se surpreendeu pela imponência de Kubala, que disse que só iria para Madrid se seu cunhado, Daucik, fosse o treinador. O presidente merengue bateu o pé, mas disse que tudo seria resolvido após os dois últimos compromissos de Kubala no país (os jogos contra Espanyol e Espanha). E foi contra o time catalão que Kubala chamou a atenção de Josep Samitier, gerente do Barcelona, que viu o jogo em que o craque entortou os rivais com seu futebol incisivo e destemido. O Barça foi rápido e apresentou um contrato pronto para ser assinado e ainda com Daucik garantido como treinador. Sob punição, o craque teve que esperar até 1951 até conseguir voltar aos gramados e só o fez graças ao próprio Barça, que negociou com a FIFA a sua rápida liberação. Depois de vários trâmites burocráticos, Kubala estava pronto para escrever sua história definitiva. E “sossegar” seu lado nômade por uma década.

 

Começo fulminante

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Naquele começo de anos 50, o Barcelona ainda não era o impressionante gigante que é hoje, mas Kubala tratou de mudar aquele cenário logo em sua primeira temporada vestindo a camisa grená. Com dribles fantásticos, controle de bola absoluto e totalmente em casa na Catalunha, o craque não demorou muito para encantar os torcedores que compareciam ao estádio Les Corts, antiga casa do Barça, e destruir os adversários com seus gols e jogadas de pura magia. Na temporada 1951-1952, Kubala anotou 26 gols em apenas 19 jogos do Campeonato Espanhol e ajudou o Barcelona a levantar o troféu nacional com 19 vitórias, cinco empates, seis derrotas, 92 gols marcados (melhor ataque) e 43 gols sofridos (melhor defesa). Durante a campanha, Kubala fez incríveis sete gols na goleada de 9 a 0 sobre o Sporting de Gijón (recorde até hoje no torneio e compartilhado apenas com Agustín Sauto Arana, do Athletic Bilbao), cinco nos 6 a 1 contra o Celta de Vigo e dois hat-tricks contra Sevilla e Racing Santander. Na final da Copa del Generalíssimo (atual Copa do Rei), Kubala também deixou sua marca na vitória por 4 a 2 sobre o Valencia, que deu o título ao clube catalão. Aliás, aquela temporada foi marcante para o Barça, que venceu também a Copa Latina, a Copa Eva Duarte e a Copa Martini Rossi.

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Além de Kubala, o Barcelona tinha na época craques do mais alto nível como Ramallets, Seguer, Segarra, Basora, César e Moreno, que ajudaram a fazer do clube uma das maiores potências do país e da Europa. Na temporada 1952-1953, Kubala perdeu vários jogos por causa de uma tuberculose – que fez com que o Barça temesse por sua carreira e buscasse um substituto à altura, o argentino Di Stéfano, que acabou indo para o Real Madrid. Felizmente, Kubala se recuperou e ajudou os blaugranas a vencer mais um Campeonato Espanhol e outra Copa del Generalíssimo, com um gol do craque na vitória por 2 a 1 sobre o Athletic Bilbao na decisão. Em 1953, Kubala confirmou ainda mais sua fama de cigano e vestiu pela primeira vez a camisa da Seleção Espanhola, após o Barcelona acelerar o processo de naturalização do craque (naquele mesmo ano, o craque vestiu a camisa da Seleção da FIFA, que empatou em 4 a 4 com a Inglaterra, em Wembley, no aniversário de 90 anos da Federação Inglesa. O craque marcou dois gols e foi um dos destaques da partida). No total, Kubala disputaria 19 jogos pela Espanha entre 1953 e 1961, com 11 gols marcados, mas nenhuma Copa do Mundo disputada – para azar da própria Copa…

 

A revolução de um clube

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Após várias taças nacionais, o Barcelona de Kubala se concentrou na disputa da Copa das Cidades com Feiras, precursora da Copa da UEFA (atual Liga Europa), entre os anos de 1955 e 1958. Já com jogadores como Tejada, Evaristo e Luís Suárez, o clube ficou ainda mais forte e faturou o título internacional com triunfos sobre Staevnet-DIN, Birmingham City-ING e London XI-ING (formado por atletas de clubes como Arsenal, Chelsea, Tottenham Hotspur, Fulham, West Ham United entre outros). Kubala foi decisivo nas semifinais com dois gols contra o Birmingham e participação crucial no título. No mesmo período, o craque venceu mais uma Copa del Generalíssimo, em 1957, e motivou uma mudança radical na estrutura do Barcelona.

O Camp Nou em obras: catedral foi construída para comportar ainda mais fãs de Kubala.
O Camp Nou em obras: catedral foi construída para comportar ainda mais fãs de Kubala.

Na época, o estádio Les Corts vivia lotado nas partidas em que Kubala jogava e uma imensa leva de torcedores fazia questão de ver de perto as jogadas de efeito, os dribles e os gols do genial húngaro. Por causa disso – e pelo aumento de 100% no número de associados do clube, que passou de 26.300 para 52.791, o Barcelona decidiu construir, ainda em 1954, um novo estádio que refletisse o crescimento do clube e comportasse tanta gente (e olha que o Les Corts não era pequeno, pois tinha capacidade para mais de 60 mil torcedores!). Depois de três anos de obras, o clube inaugurou, em 1957, o belíssimo templo chamado Camp Nou, com capacidade para 93.053 pessoas (cujo número aumentou para 98.772 tempo depois).

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A nova e imponente casa serviu como combustível para o Barça engatilhar mais uma dobradinha na temporada 1958-1959, na qual ele venceu o Campeonato Espanhol e mais uma Copa del Generalíssimo. Em 1958, Kubala intermediou e ajudou o clube catalão na contratação das estrelas húngaras Kocsis e Czibor, que só aumentaram o poder ofensivo e técnico do time azul e grená. Na temporada 1959-1960, os estrelares barcelonistas faturaram mais uma Copa das Cidades com Feiras, com destaque para os dois gols de Kubala na vitória por 4 a 2 sobre a Internazionale-ITA em pleno estádio Giuseppe Meazza, e o gol no triunfo por 3 a 1 sobre o Belgrade XI, na semifinal. Naquele período, Kubala enfrentou algumas desavenças com o técnico Helenio Herrera e chegou a ser excluído de várias partidas (para a fúria da torcida), o que culminou na saída do treinador antes mesmo da final contra o Birminghan City, vencida pelo Barça por 4 a 1. Dominante dentro de casa e contra vários rivais europeus, o Barça só não conseguiu fazer frente ao Real Madrid na Liga dos Campeões, que foi vencida pelos merengues por cinco vezes seguidas entre 1956 e 1960. Na edição de 1959-1960, o Barça deu show contra o Milan nas oitavas de final com um 5 a 1 no Camp Nou, com direito a hat-trick de Kubala, e enfrentou o Real na semifinal, mas perdeu os dois jogos por 3 a 1 (em ambos, Kubala não jogou por causa do técnico Helenio Herrera) e deu adeus à decisão.

Kubala e Di Stéfano, lendas dos anos 50.
Kubala e Di Stéfano, lendas dos anos 50.

 

Só faltou a “Orelhuda”

Kubala, Kocsis e Czibor: húngaros brilharam no Barcelona do final dos anos 50 e início dos anos 60.
Kubala, Kocsis e Czibor: húngaros brilharam no Barcelona do final dos anos 50 e início dos anos 60.

 

No começo dos anos 60, Kubala já sentia as dores das contusões de tantos pontapés e carrinhos que levara dos rivais após uma década no futebol espanhol. Mesmo muito forte e veloz, o jogador demonstrava cansaço físico e já não atuava constantemente como no auge dos anos 50. Mesmo assim, Kubala, com 33 anos, foi um dos principais responsáveis por levar o Barcelona à final da Liga dos Campeões de 1960-1961 e por eliminar pelo caminho o então imbatível Real Madrid. Na decisão, porém, o time catalão não resistiu ao Benfica-POR e perdeu por 3 a 2. Kubala jogou muito, buscou a todo momento deixar os companheiros na cara do gol, mas aquela noite foi mesmo dos portugueses. A perda do único grande título por clubes que lhe faltava fez com que Kubala decidisse pendurar as chuteiras naquele ano de 1961, para tristeza de milhões de barcelonistas e amantes de seu futebol esplendoroso.

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Em 1963, Kubala teve uma rápida experiência como técnico do Barça e voltou a jogar algumas partidas pelo Espanyol até 1965, quando voltou à sua vida de viajante para disputar alguns jogos no futebol suíço e até no Canadá, onde pendurou as chuteiras em definitivo no final dos anos 60 para se dedicar a uma longa carreira de treinador, que só terminou em 1995, sem grandes conquistas, mas muitas viagens.

 

Barcelonista eterno

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Décadas após sua aposentadoria, Kubala recebeu do povo que tanto o amou e idolatrou a máxima prova de reconhecimento: foi em 1999, em uma enquete com os torcedores do Barcelona para eleger o maior craque e ídolo do clube em todos os tempos. Muitos apostaram em Cruyff, Maradona, Rivaldo, Romário e outros tantos nomes, mas o vencedor foi o velho Kuski, apelido que ele ganhou na juventude. Além da honra que lhe encheu de emoção, Kubala também foi lembrado com uma imponente estátua em frente ao Camp Nou, que mostra o craque com seu ímpeto marcante e sua força pronta para ser expelida sobre qualquer um. O lendário cosmopolita faleceu em 2002, aos 74 anos, vítima do Mal de Alzheimer, em Barcelona, a cidade que o acolheu e o tornou um filho pródigo e único, capaz de mover multidões e de impulsionar a construção de uma verdadeira catedral do futebol. Não fosse ele, o Camp Nou não estaria por aí. Não fosse ele, o Barcelona nem fosse tão grande assim. Mas graças a ele, tudo isso foi possível. Um craque imortal.

 

O que disseram sobre Kubala:

“Era impossível pará-lo. Ele se movimentava tanto que os adversários não sabiam o que esperar. Deixava um, dois, três oponentes para trás com categoria e facilidade e, então, ou dava um passe açucarado ou ele mesmo marcava o gol.” Joan Segarra, ex-craque do Barcelona e companheiro de Kubala nos anos 50.

 

“Ele estava no topo, ao lado de Alfredo (Di Stéfano) e Pelé. Foi realmente um dos maiores jogadores da história do futebol. E, no que diz respeito ao controle de bola, ninguém era melhor do que ele. Até mesmo a torcida do Real Madrid ficava deslumbrada com suas apresentações quando o Barcelona vinha jogar conosco.”Ferenc Puskás, mito do futebol húngaro.

 

“Kubala foi um dos melhores de todos os tempos. Seu futebol era cristalino, uma alegria de se ver.”Alfredo Di Stéfano, maior ídolo da história do Real Madrid.

 

Números de destaque:

Disputou 345 jogos e marcou 280 gols pelo Barcelona.

Marcou 11 hat-tricks no Campeonato Espanhol.

É o 26º Maior Artilheiro da história do Campeonato Espanhol com 138 gols em 215 jogos.

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Extra:

 

Veja abaixo dois vídeos com lances históricos de Kubala. Parece até brincadeira, mas ele fazia tudo isso mesmo.

 

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