Craque Imortal – Gunnar Nordahl

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Nascimento: 19 de Outubro de 1921, em Hörnefors, Suécia. Faleceu em 15 de Setembro de 1995, em Alghero, Itália.

Posição: Atacante

Clubes: Hörnefors IF-SUE (1937-1940), Degerfors IF-SUE (1940-1944), IFK Norrköping-SUE (1944-1949), Milan-ITA (1949-1956) e Roma-ITA (1956-1958).

Principais títulos por clubes: 4 Campeonatos Suecos (1944-1945, 1945-1946, 1946-1947 e 1947-1948) e 1 Copa da Suécia (1945) pelo IFK Norrköping.

2 Campeonatos Italianos (1950-1951 e 1954-1955) e 2 Copas Latinas (1951 e 1956) pelo Milan.

 

Principal título por seleção: 1 Medalha de Ouro nos Jogos Olímpicos de Londres (1948) pela Suécia.

 

Principais títulos individuais e artilharias:

Artilheiro do Campeonato Sueco: 1942-1943 (16 gols), 1944-1945 (27 gols), 1945-1946 (25 gols) e 1947-1948 (18 gols)

Artilheiro do Campeonato Italiano: 1949-1950 (35 gols), 1950-1951 (34 gols), 1952-1953 (26 gols), 1953-1954 (23 gols) e 1954-1955 (27 gols)

Artilheiro dos Jogos Olímpicos de Londres: 1948 (7 gols)

Recordista em Artilharias na história da Serie A italiana: cinco vezes

3º Maior Artilheiro da História do Campeonato Italiano: 225 gols

Maior Artilheiro da História do AC Milan: 221 gols em 268 jogos

Maior Artilheiro da História do AC Milan na Serie A: 210 gols em 257 jogos

Maior Artilheiro da História do AC Milan em uma única temporada: 38 gols em 1950-1951

Jogador Sueco do Ano: 1947

Eleito um dos 1000 Maiores Esportistas do Século XX pelo jornal The Sunday Times

Eleito para o Hall da Fama do AC Milan

 

 

 “Il Pompiere dos gols”

A Associazione Calcio Milan já teve em sua história notáveis goleadores como Altafini, Prati, Rivera, Gullit, Van Basten, Weah, Shevchenko entre muitos outros. Mas o que pouca gente sabe é que nenhum dos nomes mencionados conseguiu a proeza de ser o maior artilheiro do clube rossonero em todos os tempos. Para falar a verdade, jamais chegaram perto do número portentoso alcançado por um sueco alto, forte, técnico e que se consagrou como um dos mais brilhantes atacantes de seu tempo e a maior estrela do futebol de seu país: Gunnar Nordahl, o homem que se arriscou no esporte ainda adolescente, conciliou o passatempo desportivo com afazeres de bombeiro (por isso o apelido de Pompiere) e chegou ao estrelato vestindo a camisa do Milan por quase uma década, ajudando o clube a encerrar um incômodo jejum de títulos no Campeonato Italiano e a aumentar consideravelmente o número de fãs do time italiano.  Por ter se profissionalizado fora da Suécia, Nordahl foi impedido de atuar por seu país logo no começo da década de 50 e acabou de fora da Copa de 1950, que poderia ter sido bem mais promissora para o selecionado escandinavo se o goleador com estonteantes e incontestáveis médias de gols tivesse participado. Azar da Copa e da Suécia, sorte do Milan, que teve Nordahl em sua plenitude durante anos e viu o bombeiro dos gols se tornar incríveis cinco vezes artilheiro do Calcio, recorde até hoje não superado por ninguém. É hora de relembrar a carreira de um dos mais icônicos jogadores da história da Suécia.

 

Nordahl FC

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Nascido na pequenina cidade de Hörnefors, leste da Suécia, com pouco mais de dois mil habitantes, Gunnar Nordahl teve uma infância humilde ao lado de seus nove irmãos, sendo quatro deles homens. O pai de Gunnar tinha que se desdobrar no trabalho e a mãe em casa para dar conta de tanta gente. Curiosamente, todos os cinco garotos da família (Gunnar, Knut, Berti, Göran e Gösta) se interessariam pelo futebol e começaram a praticar o esporte (amador na Suécia à época) já na adolescência e mesmo sem terem condições de comprarem uma bola. Dotado de uma boa estrutura física e muito esperto, Gunnar Nordahl se destacou rapidamente nas peladas que disputava com os companheiros e entrou para o time titular da equipe de sua cidade já aos 16 anos. Com ombros largos e alto, ele ganhava praticamente todas as divididas e se sobressaía na grande área graças à notável impulsão no jogo aéreo, ao fortíssimo chute e aos intensos sem-pulos que adorava desferir com muita precisão e velocidade ao gol. Em três anos, o jovem marcou 68 gols em 41 partidas e ganhou uma chance no Degerfors IF, em 1940, onde marcou 15 gols em 17 jogos já na temporada 1940-1941 e ajudou a equipe a chegar ao vice-campeonato nacional.

Na temporada 1942-1943, Nordahl se tornou pela primeira vez na carreira o artilheiro do Campeonato Sueco com 16 gols em 20 jogos (algumas fontes dizem que ele marcou 14 gols em 20 jogos, mas consideramos o maior número), mesma época que recebeu suas primeiras convocações para a Seleção Sueca, pela qual estreou em junho de 1942 e marcou um gol na vitória por 3 a 0 sobre a Dinamarca, em amistoso disputado em Copenhagen. Até o fim de 1943, Nordahl já havia atuado em nove partidas e marcado sete gols, reforçando sua fama de prolífico artilheiro.

 

Estrela nacional e bombeiro!

Seu preparo físico e sua força o ajudaram a ganhar um emprego de bombeiro na Suécia.
Com bom preparo físico e muita força, Nordahl ganhou uma vaga nos bombeiros de Norrköping.

 

Na temporada 1944-1945, Nordahl se transferiu para o IFK Norrköping como uma figura imponente (1,81m de altura e 95 quilos de força pura) e conhecida no país inteiro pela técnica e pelos gols em profusão que marcava. Sua ida ao time azul e branco se deu muito por causa da condição extra que o clube ofereceu para vencer a disputa contra o Mälmo, que também queria Nordahl à época: em Norrköping, o craque teria um emprego como bombeiro na cidade para ajudar em sua renda, já que o esporte era amador no país. Apagando incêndios e marcando gols, Nordahl se sentiu em casa e só cresceu de produção. Logo em sua primeira temporada, foi campeão nacional pela primeira vez e artilheiro do torneio com 27 gols em apenas 22 jogos, com direito a sete gols dele na goleada de 11 a 1 do Norrköping sobre o Djurgardens IF. Também em 1945, o craque ajudou seu time a levantar a Copa da Suécia e viu seu irmão, Knut, marcar duas vezes na goleada de 4 a 1 sobre o Mälmo na final. No mesmo ano, Nordahl marcou quatro gols na goleada de 10 a 0 da Suécia pra cima da Noruega e cravou de vez sua vaga de titular absoluto do selecionado escandinavo. Nas temporadas seguintes, Nordahl foi campeão mais três vezes seguidas do Campeonato Sueco e artilheiro das temporadas 1945-1946, com 25 gols em 21 jogos, e 1947-1948, com 18 gols em 22 jogos. Emancipando o nome da família, Gunnar ajudava paralelamente seus irmãos Bertil e Knut, que também conseguiam espaço de destaque nos times do país e na seleção.

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Falando em seleção, Nordahl atingiu uma marca expressiva entre julho de 1946 e novembro de 1947: o atacante marcou gols em todos os jogos que disputou por seu país no período. Foram 17 gols em nove jogos, uma notável média de quase dois gols por partida, que coroaram a época em que ele ganhou a bola de ouro (Guldbollen) de melhor jogador da Suécia, em 1947. Tinindo e jogando o fino, Nordahl foi convocado pelo técnico inglês George Raynor junto com outros quatro companheiros de Norrköping (Knut Nordahl, Birger Rosengren, Torsten Lindberg e Nils Liedholm) para a disputa dos Jogos Olímpicos de Londres, em 1948. No principal torneio de seleções da época (a Copa do Mundo estava “descansando” por causa da II Guerra Mundial e só voltaria à cena em 1950), Gunnar Nordahl teria a chance de mostrar a um público maior suas habilidades. E não seria só ele…

 

Ouro para Gre-No-Li

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Nordahl estreou nas Olimpíadas da melhor maneira possível: dois gols marcados na vitória sueca sobre a Áustria por 3 a 0, na primeira fase. Nas quartas de final, o time escandinavo enfiou 12 a 0 na fraquíssima Coreia do Sul, com quatro gols de Nordahl, dois de Liedholm, um de Gren, três de Carlson e dois de Rosén. Na semifinal, a equipe despachou a Dinamarca por 4 a 2, com dois gols de Carlson e dois de Rosén, e chegou à final para enfrentar a Iugoslávia e o sempre complicado futebol do leste europeu.

GREn, NOrdahl e LIedholm: o trio mais famoso da história do futebol sueco.
GREn, NOrdahl e LIedholm: o trio mais famoso da história do futebol sueco.

 

Na decisão, diante de mais de 60 mil pessoas em Wembley, Gren abriu o placar no primeiro tempo, mas Bobek empatou. Na segunda etapa, Nordahl colocou a Suécia novamente em vantagem e Gren fechou o placar em 3 a 1. Era a vitória sueca e a merecida medalha de ouro para um time letal e que jogava nos embalos de Gren, Nordahl e Liedholm, os craques que inspiraram a criação do termo Gre-No-Li, como ficou conhecido o mais famoso trio da história do futebol sueco. Cerebrais e donos de quase todas as qualidades exigidas em futebolistas de alto nível, os suecos ganharam a simpatia de todo o mundo e diversos clubes começaram a sondar os detentores daqueles tesouros. Em 1949, depois de muitas conversas, o Milan conseguiu agarrar os três craques escandinavos (primeiro Nordahl, depois Gren e Liedholm), que não poderiam mais atuar pela seleção sueca a partir daquele momento pelo fato de eles se tornarem profissionais fora da Suécia, algo que prejudicou inteiramente a própria seleção azul e amarela, que ficou longe do título mundial da Copa de 1950 sem o trio. O último jogo de Nordahl pela seleção aconteceu em novembro de 1948, na derrota de 2 a 1 para a Áustria, em Viena. O craque se aposentou do selecionado com números invejáveis: 43 gols em apenas 33 jogos. Coisa de artilheiro fora de série.

Nordahl em sua chegada à Milão, em 1949.
Nordahl em sua chegada à Milão, em 1949.

 

Il Pompiere d´Oro

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Quando chegou à Milão, Nordahl reencontrou o técnico húngaro Lajos Czeizler, o mesmo que o treinou no Norrköping nos anos 40, e se ambientou mais harmoniosamente diante de um clima totalmente diferente e pessoas tão distintas de seu país. Adepto do futebol ofensivo e conhecedor das qualidades imensas do sueco, Czeizler fez o Milan jogar em função do atacante, que seria o homem de área do ataque rossonero. Com as chegadas de Gren, que podia jogar no meio de campo e no ataque, e Liedholm, meia, o time italiano iria se transformar no mais prolífico do Calcio em pouquíssimo tempo. Em seus primeiros meses de Milan, Nordahl anotou 16 gols em 15 jogos e provou que era mesmo um atacante formidável. Na temporada 1949-1950, o craque fez história e balançou as redes 35 vezes (sendo 11 em golaços de sem-pulo!) em 37 partidas, se tornando artilheiro isolado da Serie A e ajudando o Milan a ser o time mais goleador da competição com 118 gols em 38 jogos. O número de gols do craque se tornou um recorde em torneios do Calcio com 20 clubes até hoje não superado. Vale lembrar que apenas um jogador marcou mais gols do que ele em toda a história da Serie A: Gino Rossetti, do Torino, que fez 36 tentos em 27 jogos na temporada 1928-1929.  Mesmo com tantos gols marcados, a equipe de Milão acabou com o vice-campeonato e teve o amargo sabor de ver a Juventus ser campeã mesmo tendo levado de 7 a 1 em sua própria casa do Milan, com dois gols de Nordahl, em fevereiro de 1950.

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No entanto, a tão almejada taça não demorou a vir. Na temporada 1950-1951, o Milan encerrou o maior jejum de sua história (44 anos!) e venceu o Scudetto com 26 vitórias, oito empates, quatro derrotas, 107 gols marcados e 39 sofridos em 38 jogos. Nordahl foi mais uma vez o artilheiro do time e da competição com 34 gols em 37 jogos, com destaque para os quatro primeiros jogos do Milan, nos quais o craque sueco marcou oito gols, e para os clássicos contra Inter, Juventus e Roma, que tiveram vários gols anotados pelo “bombeiro de ouro”, apelido que ganhou da torcida italiana em alusão ao seu antigo trabalho na Suécia. Em 1951, o craque foi decisivo para o Milan na disputa da Copa Latina, um dos principais torneios da Europa em tempos sem Liga dos Campeões. Na semifinal, no San Siro, Nordahl marcou um dos gols da goleada de 4 a 1 pra cima do Atlético de Madrid-ESP. Na final, os italianos golearam o Lille-FRA por 5 a 0, com três gols do sueco, que terminou a temporada com expressivos 38 gols em 39 jogos. Sublime e vivendo uma fase espetacular, Nordahl era uma divindade pelas bandas de Milão e era elogiado por todos. Gunnar Gren, parceiro de Nordahl naquela época, enalteceu o compatriota em entrevista ao site da FIFA:

“Ele fazia gols fáceis e outros espetaculares. Aparecia em posições que os outros nem sabiam que existiam. Nordahl foi um dos melhores jogadores de todos os tempos, e, na minha opinião, um dos melhores artilheiros”.Gunnar Gren.

 

O Milan de 1951: Burini, Gren, Nordahl, Liedholm e Renosto. Annovazzi, Tognon e De Grandi. Silvestri, Buffon e Bonomi.
O Milan de 1951: Burini, Gren, Nordahl, Liedholm e Renosto. Annovazzi, Tognon e De Grandi. Silvestri, Buffon e Bonomi.

 

O Milan campeão italiano de 1950-1951: o ataque trabalhava para Nordahl marcar gols. E ele correspondia com perfeição.
O Milan campeão italiano de 1950-1951: o ataque trabalhava para Nordahl marcar gols. E ele correspondia com perfeição.

 

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Na temporada 1951-1952, Nordahl foi vice-artilheiro do Campeonato Italiano com 26 gols em 38 jogos e viu seu Milan ficar mais uma vez com o vice-campeonato. Na temporada seguinte, a última do trio Gre-No-Li no clube rossonero (Gren foi jogar na Fiorentina a partir de 1953-1954), Nordahl retomou a coroa da artilharia do Calcio com mais 26 gols e conseguiu mais um feito marcante a partir dali: ser artilheiro da Serie A por três temporadas seguidas, com 23 gols em 1953-1954 e 27 gols em 1954-1955. Apenas o francês Michel Platini, nos anos 80, iria igualar o feito do sueco. E foi em uma dessas temporadas, na de 1954-1955, que Nordahl venceu mais um título nacional, quando o Milan venceu 19, empatou 10 e perdeu cinco dos 34 jogos que disputou, marcando 81 gols (melhor ataque) e sofrendo 35 (melhor defesa). Um fator que pesava bastante a favor do craque era que ele se movimentava bastante e confundia as defesas pelo fato de sempre ter atuado mais avançado em seu país, algo que virou arma para ele, que jogava mais à frente e recebia passes perfeitos dos companheiros para finalizar com clareza e tranquilidade em muitas ocasiões.

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Passagem pela capital e aposentadoria

Após a quinta artilharia na Serie A e o estabelecimento de um recorde jamais superado, Nordahl deu adeus ao Milan ao término da temporada 1955-1956 (quando disputou a primeira Liga dos Campeões da UEFA da história e marcou quatro gols na campanha do Milan, que chegou até as semifinais) para jogar duas temporadas na Roma, onde marcou 15 gols em 34 jogos já com o peso da idade e da queda no preparo físico. Em 1958, perto de completar 37 anos, Gunnar Nordahl pendurou as chuteiras sem ter tido o prazer de disputar a Copa do Mundo daquele ano em seu próprio país. No fundo, era um castigo para a Seleção Sueca, que deu de ombros para o craque durante nove anos por barrar atletas que atuavam fora do país e só mudou de mentalidade justamente quando teve a chance de sediar a principal competição do planeta. Sem Nordahl, a Suécia sequer se classificou para a Copa de 1954 e foi vice-campeã mundial em 1958 com Gren e Liedholm em campo, que compuseram um manco “Gre-__-Li”. Faltou o “No”. E a Suécia levou de cinco do Brasil…

Choque de gerações: Nordahl (à esq.) e Brolin, jogador sueco que brilhou nos anos 90.
Choque de gerações: Nordahl (à esq.) e Thomas Brolin, jogador sueco que brilhou nos anos 90.

 

Depois de se aposentar, Nordahl se arriscou na carreira de treinador, mas não teve sucesso. Ele viu seu filho, Thomas Nordahl, ser o último representante da família a levar o sobrenome famoso aos noticiários e até a uma Copa do Mundo, em 1970, no México, quando Thomas foi convocado para o selecionado escandinavo. Em 1995, aos 73 anos, Nordahl faleceu em Alghero, Itália, e fez chorar uma torcida que tanto sorriu e vibrou com seus gols nos anos 50. Desde então, nenhum outro jogador conseguiu superá-lo em gols vestindo a camisa rossonera. Shevchenko, atacante ucraniano da equipe nos anos 2000, até que tentou, mas não chegou nem perto do que Nordahl fez. Os torcedores mais antigos do Milan, em profundo respeito pela história de seu maior artilheiro, disseram na época em que Sheva chegou aos 100 gols: “Bem, agora ele pode dobrar aquele número e acrescentar mais 21 gols, e então, só então, ele terá superado Il Cannoniere”.

E a tal busca pelas mais de duas centenas de gols anotados pelo forte, prolífico e devastador atacante sueco continua. Enquanto isso, os números e incríveis médias do genial camisa 9 seguem intactos, soberanos e intocáveis. E seguirão por décadas e mais décadas, como seguirá para a eternidade a obra de Gunnar Nordahl. Um craque imortal.

 

Números de destaque:

Disputou 77 jogos de Campeonato Sueco e marcou 58 gols pelo Degefors.

Disputou 95 jogos de Campeonato Sueco e marcou 93 gols pelo Norrköping.

Disputou 268 jogos e marcou 221 gols pelo Milan.

Disputou 33 jogos e marcou 43 gols pela Seleção Sueca, média de 1,30 gols por jogo.

Considerando apenas jogos de campeonatos e pela seleção, Nordahl marcou 487 gols em 537 jogos na carreira, média de 0,91 gols por jogo.

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Extra:

Veja alguns gols de Nordahl com a camisa do Milan.

 

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