Eliminatórias para a Copa 2022 vêm aí

Artigo Especial

 

O processo de qualificação para o Mundial de 2022, que será anunciado em breve, prevê que todos os membros associados da FIFA, atualmente 211, são elegíveis para entrar na qualificação. O Catar, como anfitrião, qualificou-se automaticamente para o torneio. No entanto, o país é obrigado pela AFC a participar da fase de classificação da Ásia, já que as duas primeiras rodadas também servem como qualificação para a Copa Asiática (AFC) de 2023. Se o país chegar à fase final, a escolha deles em continuar competindo no processo de classificação para a Copa do Mundo estará sujeita à aprovação da FIFA. Se os anfitriões escolherem não competir nas Eliminatórias, a equipe seguinte ao país no ranking da FIFA avançará. Lembrando que eles já têm vaga garantida na Copa, disputando até o fim ou não as Eliminatórias. Pela primeira vez após os dois primeiros torneios de 1930 e 1934, o Mundial será realizado por um país cuja seleção nunca jogou em uma final antes. A atual campeã França também passará por etapas classificatórias.

A atribuição de vagas para cada confederação foi discutida pelo Comitê Executivo da FIFA em 30 de maio de 2015, em Zurique, após o Congresso da FIFA.  O comitê decidiu que a mesma alocação de 2006 seria mantida para os torneios de 2010, 2014, 2018 e 2022.

 

  • CAF (África): 5
  • AFC (Ásia): 4 ou 5 (não incluindo o anfitrião)
  • UEFA (Europa): 13
  • CONCACAF (América do Norte e Central e Caribe): 3 ou 4
  • OFC (Oceania): 0 ou 1
  • CONMEBOL (América do Sul): 4 ou 5

 

Todo o processo será anunciado em julho deste ano, após a Copa do Mundo de Futebol Feminino. Será conhecido, também, os horários e dias das partidas, na primeira Copa realizada ao final de uma temporada em toda a história. Por conta do forte calor do país, o torneio será realizado entre os meses de novembro de dezembro de 2022, época do ano em que as temperaturas são mais amenas.

 

Apesar da decepção no Mundial de 2018, Tite segue no comando técnico do Brasil rumo à 2022

O técnico Tite, que levou a Seleção Brasileira às quartas-de-final na Rússia em 2018, continua no comando da equipe. Ele sucedeu Dunga em 2016 e guiou o Brasil para uma confortável qualificação no Mundial.

O bom resultado do jogo da seleção brasileira e a regularidade da equipe com Tite reduziu o intenso escrutínio da CBF, cujos dois ex-presidentes caíram em desgraça. Nessas circunstâncias, Tite conseguiu trabalhar sem muita interferência do topo construindo um ambiente de união e extremo profissionalismo a fim de continuar no cargo para brigar por uma vaga na próxima Copa do Mundo de 2022.

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