Jogos Eternos – Benfica 2×5 Santos 1962

Data: 11 de outubro de 1962

O que estava em jogo: o título do Mundial de Clubes de 1962

Local: Estádio da Luz, Lisboa, Portugal

Juiz: Pierre Schwinte (FRA)

Público: 73.000 pessoas

Os Times:

Sport Lisboa e Benfica: Costa Pereira; Humberto, Raul e Cruz; Domiciano Cavém e Jacinto; José Augusto, Santana, Eusébio, Coluna e Simões. Técnico: Fernando Riera.

Santos Futebol Clube: Gylmar; Olavo, Mauro Ramos e Dalmo; Zito e Calvet; Dorval, Lima, Coutinho, Pelé e Pepe. Técnico: Lula.

Placar: Benfica 2×5 Santos. Gols: (Pelé-SAN, aos 17’ e aos 26’ do 1º T; Coutinho-SAN, aos 3’, Pelé-SAN, aos 20’, Pepe-SAN, aos 32’, Eusébio-BEN, aos 41’ e Simões-BEN, aos 44’ do 2ºT).

 

“A Apoteose Santástica”

Por Guilherme Diniz

Todos em Lisboa eram unânimes: a final do Mundial de Clubes de 1962 seria decidida em três jogos. Motivo? É que após a vitória santista por 3 a 2 sobre o Benfica, no Maracanã, o segundo duelo estava marcado para a capital portuguesa. E, como os encarnados acreditavam na vitória do time lisboeta, haveria um terceiro duelo para desempatar o confronto, conforme previsto pelas regras do torneio na época. Até ingressos antecipados eram comercializados. Mais do que isso, o time brasileiro não havia jogado bem no primeiro jogo, enquanto o Benfica fez uma boa partida e jogaria com força máxima em sua casa. Muitos diziam que a vitória dos águias seria de goleada. Mas se esqueceram de que do outro lado havia Pelé. Coutinho. Pepe. E companhia nada limitada. O Estádio da Luz, um dos mais icônicos do futebol mundial, foi palco naquele dia 11 de outubro de 1962 de um dos jogos mais sensacionais de todos os tempos. Não foi apenas um jogo. Foi uma apresentação de gala de um dos maiores esquadrões do século XX. Para muitos, a maior apresentação da história do Santos Futebol Clube. Um jogo que confirmou ainda mais a majestade de Pelé, o Rei, autor de três gols da goleada de 5 a 2 do Santos. Isso porque o alvinegro praiano abriu 5 a 0 e “relaxou” quando podia, já no final da partida. Ao apito do árbitro, aplausos portugueses aos brasileiros. Invasão de campo para ver se aqueles jogadores eram mesmo de carne e osso. E reconhecimento pleno da supremacia de um time único, artístico, goleador. É hora de relembrar.

 

Pré-jogo

O time do Santos campeão da Libertadores de 1962. Em pé: Lima, Zito, Dalmo, Calvet, Gylmar e Mauro Ramos. Agachados: Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe.

 

Iniciado em 1960, quando o Real Madrid-ESP venceu o Peñarol-URU, o Mundial de Clubes (chamado também de Copa Intercontinental na época) já estava consolidado no calendário do futebol como uma das principais competições do esporte. Em 1961, o Peñarol conseguiu sua primeira taça ao vencer o Benfica após três jogos, com derrota no primeiro jogo, em Lisboa, por 1 a 0, goleada de 5 a 0 no segundo, em Montevidéu, e outra vitória, dessa vez por 2 a 1, no terceiro duelo, também no Uruguai. O título consagrou o esquadrão aurinegro bicampeão continental e teve atuações de gala de jogadores como Alberto Spencer, Joya, Sasía e Cubilla. Já em 1962, o Benfica estava novamente em uma final de Mundial e queria o título que havia escapado no ano anterior. E as expectativas eram as maiores possíveis, afinal, o time encarnado vinha de uma conquista histórica da Liga dos Campeões da UEFA após vencer o poderoso Real Madrid de Puskás e Gento por 5 a 3, em atuação de gala de Eusébio, o Pantera Negra, um dos maiores jogadores de todos os tempos. Soberano em Portugal e também na Europa, o Benfica era o maior time do continente e um dos mais poderosos do mundo, mas precisava de um título com cunho mundial para consolidar de vez aquela fama.

Eusébio aos céus: craque destruiu o Real Madrid e deu o bicampeonato europeu ao Benfica.

 

O adversário dos europeus seria o Santos, que havia conquistado pela primeira vez a Copa Libertadores da América justamente sobre o Peñarol, algoz dos portugueses, em finais igualmente históricas – leia mais clicando aqui! O Peixe também era o maior time de seu país e tinha como base os atletas que haviam ajudado o Brasil a conquistar o bicampeonato da Copa do Mundo da FIFA, no Chile, com jogadores como Gylmar, Zito, Mauro Ramos, Pelé (estes quatro titulares), Pepe, Coutinho e Mengálvio. O objetivo do clube alvinegro, além do título, era consolidar um ano histórico para o futebol brasileiro, que poderia celebrar dois títulos mundiais em uma só temporada, com a seleção e com um clube. Seria algo incrível e inédito – na história, apenas em 1986 uma nação celebrou um título mundial de clubes e de seleção: a Argentina, que teve a seleção campeã da Copa do Mundo e o River Plate campeão mundial naquele ano.

Santos e Benfica perfilados, em 1962. Foto: Arquivo Nacional.

 

O Santos era um timaço que jogava para frente e arrastava multidões onde quer que jogasse. Por isso, quem entendia de futebol não jogava o favoritismo para nenhum lado. Seriam duelos parelhos, e a prova disso foi o primeiro jogo da final, disputado no Maracanã, um dos palcos favoritos daquele esquadrão e local onde os paulistas arrastavam milhares de simpatizantes – a diretoria do clube preferiu levar o duelo para o Rio a fim de evitar a torcida contra de corintianos, palmeirenses e são-paulinos.

Pelé em lance da partida entre Santos e Benfica, no estádio do Maracanã, Rio de Janeiro (RJ) 19.09.1962 Foto: Acervo U.H/Folha Imagem.

 

Com sua mais clássica formação, o Santos abriu o placar com Pelé, no primeiro tempo, mas levou o empate no começo da segunda etapa, gol de Santana. Coutinho deixou os brasileiros em vantagem novamente e Pelé fez mais um, aos 40’. Santana diminuiu dois minutos depois, mas o placar de 3 a 2 permaneceu e o time brasileiro levou para Lisboa a possibilidade de jogar pelo empate que ainda sim seria campeão. O revés não abalou os portugueses, que viam uma oportunidade de título maior do que no ano anterior pelo fato de a equipe encarnada estar mais entrosada e poder jogar em casa os possíveis dois jogos seguintes, diferente do ocorrido em 1961, quando tiveram que decidir no Uruguai contra os anfitriões do Peñarol.

Pelé passa pela marcação no 1º jogo entre Santos e Benfica.

 

O time lisboeta tinha particularidades notáveis como toque de bola envolvente, força física e muita técnica de jogadores como Coluna e Eusébio, além de um estilo de jogo bem parecido com o do rival brasileiro. E o time lisboeta ainda era a espinha dorsal da seleção portuguesa, assim como o Santos era a base da seleção brasileira. Confiantes, os portugueses foram elogiados pela imprensa de seu país pela marcação individual imposta a alguns jogadores no primeiro duelo, em especial a de Domiciano Cavém sobre Pelé, um dos trunfos do time naquela partida.

Pelé e Eusébio, estrelas de suas seleções e de seus clubes.

 

Quando chegaram em Lisboa, os jogadores do Santos foram recebidos com muita festa e enorme simpatia pelos lusitanos, principalmente Pelé, já uma estrela do esporte e muito requisitado por jornalistas e simpatizantes. Mas um fato peculiar chamou a atenção dos brasileiros: eles descobriram que os ingressos para o terceiro duelo já estavam sendo vendidos, isso antes de começar o segundo! Era a revelação de que os portugueses estavam crentes na vitória do Benfica. Poderia soar como menosprezo, mas também excesso de confiança. Isso motivou ainda mais os alvinegros, que iriam provar em campo quem era o melhor. O jogador Lima, do Santos, chegou até a fazer uma aposta com um funcionário do hotel onde o Santos estava hospedado: se o Benfica vencesse, Lima daria duas embalagens de café brasileiro ao funcionário. Se o Santos vencesse, o funcionário teria que dar duas garrafas de vinho português ao jogador alvinegro.

Uma das escalações do Benfica de 1962. Em pé: Germano, Cruz, Raul, Cruz, Jacinto e Costa Pereira. Agachados: Santana, Simões, Torres, Eusébio e Cavém.

 

Diante de um evento tão importante, o governo brasileiro decidiu alterar o horário de transmissão da “Voz do Brasil” nas rádios só para que todos pudessem ouvir a partida! Na época, foi a primeira vez na história que o tradicional (e obrigatório) programa não foi ao ar. O privilégio era de Pelé e companhia! Que moral!

No dia do jogo, mais de 73 mil pessoas enchiam o belo Estádio da Luz e suas imponentes arquibancadas. O gramado molhado dava indícios de que seria uma partida truncada, sem jogadas elaboradas. Mas a partir do pontapé inicial, o relvado português seria transformado no mais perfeito palco para o show de um esquadrão. E de um Rei.

 

 

Primeiro tempo – Como se fosse a Vila

O jogo começou com o Santos um pouco nervoso, tentando jogar no erro do Benfica e pressionando de maneira desorganizada a saída de bola. Sem Mengálvio, o time alvinegro tinha Olavo no campo de defesa e Lima mais avançado pelo meio, além de o técnico Lula apostar na velocidade de Pepe pela esquerda naquele início de jogo. Diferente do primeiro duelo no Maracanã, o Benfica apostava em uma marcação por zona, e não individual, uma atitude que se mostraria equivocada. Mário Coluna, grande nome do meio de campo dos encarnados, perdeu duas chances claras de gol aos 13’ e aos 14’, oportunidades que ele normalmente não perderia, revelando que não era apenas o Santos que estava nervoso naquele início de jogo.

Pelé e Eusébio.

 

Mas, após um lance de perigo de Pelé, que recebeu na grande área e chutou rente à trave, o Peixe abriu o placar aos 17’, quando Pepe saiu em disparada pela esquerda, chutou cruzado para a área e Pelé apareceu de carrinho para fazer 1 a 0. Um gol logo de cara era tudo o que o Peixe precisava!

O Benfica tentou responder com Eusébio, aos 19’, mas o Pantera Negra chutou e a bola bateu na trave de Gylmar. Na sequência, Santana, artilheiro benfiquista no primeiro jogo, tentou de cabeça após trapalhada da zaga alvinegra, mas a bola foi para fora. Os minutos se passaram e o Santos foi controlando mais o jogo, com Zito ajudando bastante na contenção e Mauro Ramos na cola de Eusébio, que não aparecia como de costume. Por outro lado, Pelé aparecia para tudo e todos. O Rei estava imparável, implacável, irresistível. Corria como ninguém, driblava como nenhum outro e encantava como só ele. Aos 26’, o camisa 10 anotou sua primeira obra de arte da noite. Ele recebeu na entrada da área e, num drible seco, deixou o marcador para trás. Na sequência, ele passou por Raul, por Humberto e chutou de perna esquerda (só para constar, o Rei chutava maravilhosamente bem com as DUAS pernas…) no canto do goleiro. Que golaço! 2 a 0.

O Benfica sentiu o golpe. Parecia desnorteado. E Pelé estava impossível. Atuando por todo o ataque e pela meia-direita, o camisa 10 não deixava nenhum marcador alcançá-lo. Corria, brigava, driblava, tabelava. Era o pandemônio na defesa do Benfica! Se os portugueses perderam a chance de alcançar o resultado nos primeiros 15 minutos, aquele fim de primeiro tempo parecia tarde demais para os encarnados. Era mais fácil o Santos fazer o terceiro do que o time da casa inaugurar seu lado do placar no Estádio da Luz. Ou seria Vila Belmiro?

 

Segundo tempo – Santástico!

Coutinho em ação contra o Benfica.

 

Concentrado e com a partida na mão, o Santos começou a segunda etapa disposto a liquidar de vez o adversário. E, logo aos 3’, Pelé apareceu de novo pela direita e deixou para trás Cruz, Cavém e Jacinto antes de cruzar na medida para Coutinho. O “Professor da Pequena Área” não desperdiçou e fez 3 a 0. Era jogo de um time só! O Benfica não era nem uma caricatura do esquadrão impetuoso e avassalador que ostentava um aproveitamento superior a 80% em seus domínios, que destroçava adversários em Portugal e fora dele e que havia goleado o Real Madrid meses antes na decisão da Liga dos Campeões. Já o Santos era o que todos no Brasil já conheciam: um time estupendo, ofensivo ao extremo, destemido e com o mesmo futebol dos 3 a 0 sobre o Peñarol na final da Libertadores daquele ano. E, claro, aquele Santos tinha Pelé, bicampeão mundial pelo Brasil com apenas 22 anos! E jogando muito, mas muito, em forma exuberante! Imagine o maior jogador de todos os tempos com apenas 22 anos? Só imagine!

Os times em campo: com mais velocidade, talento e Pelé presente em todos os espaços do ataque, o Santos simplesmente não tomou conhecimento do Benfica, que falhou ao marcar por zona ao invés de forçar uma marcação individual como no primeiro duelo.

 

Aos 19’, o Rei aumentou a goleada santista em novo lance de pura arte. O Atleta do Século passou por toda a defesa lisboeta – três jogadores foram deixados para trás -, chutou, o goleiro Costa Pereira deu rebote e Pelé completou sem ângulo: 4 a 0. Momentos antes, o camisa 10 ainda deu dois dribles desconcertantes em ninguém mais ninguém menos que Mário Coluna, com um leve toque para o lado e uma caneta logo na sequência (veja no vídeo ao final deste texto!). O quinto gol alvinegro não demorou muito e veio aos 32’, com Pepe, que aproveitou um vacilo do goleiro Costa Pereira, que acabou escorregando na hora de defender uma bola recuada e soltou nos pés do atacante santista, que só teve o trabalho de completar para o gol vazio. Minutos depois, Coutinho ainda quase fez o sexto após receber dentro da área, mas a bola subiu demais.

O Santos vencia por 5 a 0. Nas arquibancadas, um misto de perplexidade e encantamento era percebido nos torcedores. O tom perplexo era pela acachapante derrota daquele Benfica, tão ofensivo, tão forte, transformado em time comum. E o encantamento era pelo futebol apresentado pelo Santos, suas alternativas, sua velocidade, sua magia, seus dribles e seus gols. Um placar contundente como aquele já estava na história. Assim como os 5 a 1 do Real Madrid sobre o Peñarol em 1960. E assim como os 5 a 0 do Peñarol sobre o Benfica em 1961. Mas aquele jogo estava um patamar acima por ser uma das maiores apresentações do Santos em todos os tempos e talvez um dos jogos mais incríveis da carreira de Pelé.

Naturalmente, o Santos tirou o pé nos minutos seguintes e possibilitou ao Benfica encontrar dois gols, com Eusébio, aos 41’, e Simões, aos 44’. Ao apito do árbitro, uma multidão de repórteres e torcedores invadiu o gramado para prestigiar o time sul-americano, e, claro, Pelé, o mais requisitado pelos aficionados, num claro exemplo de respeito pelo futebol bem praticado e pelo talento dos santistas em campo. Pela primeira vez na história um time brasileiro conquistava um título mundial de clubes. E justamente no mesmo ano do título mundial da seleção brasileira! Ah, lembra da aposta de Lima com o funcionário do hotel? No dia seguinte, quando o jogador ia receber os vinhos, ele ficou comovido e acabou fazendo uma troca, dando pacotes de café para o funcionário do hotel.

De fato, 1962 foi o ano do Brasil no futebol. E do Santos, que entrava definitivamente para as enciclopédias como um dos maiores esquadrões de todos os tempos, quiçá o maior do século XX. No placar geral, o Santos bateu o Benfica por 8 a 4 e Pelé anotou cinco gols nos dois jogos. Com os dois que ele iria marcar na final do ano seguinte, Pelé se tornaria o maior artilheiro da história do Mundial de Clubes com sete gols – Cristiano Ronaldo empatou com o Rei na chamada Era FIFA atuando por Manchester United e Real Madrid. Aquele jogo contra o Benfica foi a maior partida da carreira de Pelé pelo Santos segundo o próprio Rei, uma prova ainda maior da importância daquele jogo para a história do futebol.

Jornal “A Gazeta Esportiva” destaca o título santista.

 

A apresentação santista naquela noite lisboeta foi única, ímpar. Foi daquelas para se contar hoje, amanhã, sempre. E rendeu aplausos e veneração de todos, seja no Brasil, seja na Europa. Além de acabar de vez com as comparações feitas na época sobre quem era melhor, Pelé ou Eusébio. O Rei estava num patamar diferenciado. Assim como aquele Santos campeão mundial e imortal.

 

Pós-jogo: O que aconteceu depois?

Benfica: a imprensa portuguesa rasgou elogios aos santistas, mas por outro lado não poupou os jogadores encarnados. O diário A Bola publicou que “o ataque do Benfica, tocado de narcisismo, cometeu o erro terrível de ter procurado competir tecnicamente com os seus camaradas do Santos”. José Augusto, um dos jogadores daquele Benfica, foi enfático décadas depois, em entrevista ao UOL Esporte em 11 de outubro de 2012: “Nos atropelaram. Fomos surpreendidos pela enorme inspiração do Santos. Foi a melhor equipe que o Benfica enfrentou em todos os tempos”. Ele revelou ainda que os jogadores santistas jogaram “com cautela no primeiro jogo” no Maracanã para estudar os benfiquistas, uma tática que deu certo. O fato é que o Benfica perdeu muita eficiência tática após a saída de Béla Guttmann do comando técnico do time – ele que foi o treinador durante o bicampeonato europeu de 1961 e 1962. Fernando Riera, comandante do Benfica naquela final de 1962, falhou nas táticas aplicadas e não soube dosar o excesso de confiança dos encarnados na partida da volta, algo que Guttmann certamente não deixaria transparecer.

Amarildo e Pelé: no duelo de brasileiros no Mundial de 1963, melhor para o Rei.

 

Santos: no auge de sua magia, o Santos seguiu vencendo tudo nos anos seguintes. Já em 1963, a equipe faturou outra Libertadores e outro Mundial, este sobre o poderoso Milan de Rivera, Altafini, Amarildo e Cesare Maldini. O Peixe só não venceu mais títulos continentais e mundiais naquela década porque passou a priorizar excursões pelo mundo para ganhar dinheiro. Não fosse isso, o time poderia repetir a hegemonia do Real Madrid dos anos 1950 na Europa e emendar quatro, cinco Libertadores em sequência. Décadas depois, em outubro de 2016, o Peixe celebrou o centenário de seu estádio, a Vila Belmiro, e convidou o Benfica para a festa. O jogo terminou empatado em 1 a 1 e teve várias homenagens, incluindo para Giovanni, ídolo santista de um outro 5 a 2, de 1995. O empate manteve intacta a invencibilidade do Santos sobre o Benfica na história: seis vitórias e dois empates. E um título mundial também…

 

Leia mais sobre o Santos dos anos 1960 clicando aqui!

Leia mais sobre o Benfica dos anos 1960 clicando aqui!

 

Dica do Imortais: leia mais sobre esse jogo e a conquista do título de 1962 do Santos no livro “Donos da Terra: a história do primeiro título mundial do Santos”, do jornalista Odir Cunha. É imperdível! 🙂

 

Extra:

Veja os lances do jogo histórico.

 

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